Verão louco…e os 30 anos!

O meu verão foi dos mais agitados de sempre!

Fiz 30 anos!! A chegada dos tão aguardados 30. E sim aos 30 somos diferentes, muita coisa muda.

A minha vida aos 30 é tão rica e com tanta coisa vivida que só espero que os próximos 30 sejam tão especiais como estes.

Nestes 30 anos cresci, sonhei, amei, ri…mas também chorei, também me desiludi. Fiz amigos para a vida e eliminei pessoas para o resto da vida.

Viajei muito. Fiz 5 cirurgias nesta década. Casei. Vivi em Lisboa, no Porto, em São Paulo e voltei para casa. Divorciei-me.

Perdi pessoas importantes. Perdi o meu irmão, o meu tio. Perdi a companhia presente de um pai que está hoje demente.

Mas ganhei tanto. Aproximei-me da minha irmã. Encontrei um trabalho que me completa e me motiva todos os dias. Conheci o pai dos meus filhos. Vi Portugal ser campeão europeu no meu dia de anos no Stade de France!

…e aos 30 tive a certeza dos que estão e sempre estiveram comigo. Dos que sempre vão estar.

Foi um Verão louco…de trabalho! Viajei. Fui a Madrid, ao sul de Espanha e a Gibtaltar. Estive no Algarve na praia da minha infância.

E no fim do verão dei uma nova oportunidade ao amor e juntei os trapinhos com aquele que um dia será sem dúvida o pai dos meus filhos.

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As maravilhas do JetBronze

Chega o verão e eu ando que pareço um fantasma. Sou branca, quase transparente!

Gosto de dizer a brincar quem se mete comigo por causa de ser tão branca que sou da raça ariana, subtipo branca de neve 😀

O ano passado no verão descobri as maravilhas do jetbronze. O resultado é instantâneo e faço sempre de forma gradual, começando por um tom mais suave e no fim do verão um mais forte.

Não se fica laranja! Nunca fiquei. Nem manchada. É preciso ter cuidado com a pele. Seguir todos os passos que a técnica nos dá.

E eu não troco a técnica que me atende. A Carla é um amor de pessoa. De uma simpatia tão natural e uma alegria contagiante.

Faço a cada 2 / 3 semanas. Vou na mesma apanhar sol, sempre com protetor. o Jet Bronze não evita escaldões! Aproveito para tomar vitaminas para o bronze (farei outro post sobre o assunto). E vivo com uma cor alegre todo o verão 😀

É de tal forma natural que ninguém acredita que eu não fico horas a torrar ao sol!! E como temos que nos besuntar todos os dias com creme barral para o bronze durar mais ando com a pele que é uma belezinha de tão macia.

Contacto: https://www.facebook.com/bronze.home/

Saí da minha zona de conforto…e sou tão feliz #remax

Todos os dias gosto de me colocar em situações absolutamente desconfortáveis. É lá que encontro o lado bom da vida. É lá que descubro coisas maravilhosas.

Mas mudar custa. Dói. Tira-te do certo e coloca-te no incerto.

Porém é tão mais desafiante quando não sabes o caminho, mas sabes que vai dar tudo certo.

Estar na Remax Prestige é isso mesmo. É saber que o caminho é duro mas compensa muito. Financeiramente mas acima de tudo compensa no preenchimento de uma missão de vida. Ajudares o outros a encontrar a casa ideal.

A minha primeira transação vai marcar-me para sempre. Consegui vender uma casa que esteve 10 anos em todas as imobiliárias do mercado. E quem a comprou é o perfil exato de quem a vendeu. E imaginem só: ficaram amigos! Ajudaram-se mutuamente nas mudanças. Participaram da festa de despedida de quem saiu e da festa de inauguração de quem entrou.

Isto não tem preço. E é por isto que decidi trocar de profissão. Largar 10 anos de trabalho de escritório e ir para a rua falar com pessoas. Vivenciar experiências únicas que nos marcam para sempre.

Podem acompanhar um pouco melhor o meu percurso em http://www.facebook.com/ritamariaremax

My eyes!! My beautiful eyes…

A 21 de setembro de 2006 fiz uma cirurgia de correção muscular no olho direito. Again, cena complexa porque nada em mim é normal ou comum.

A 21 de março de 2017 (sim, exatos 10 anos e 6 meses depois) fiz uma cirurgia de lasik no olho esquerdo.

Em 10 anos muita coisa mudou e o que antes era uma cirurgia complexa com recurso a anestesia geral, internamento e afins, hoje é resolvido com uma cirurgia a laser de alguns minutos e conversa animada como quem está no café.

O pós-operatório das duas opções é totalmente diferente. Mas no meu caso foram ambos complicados devido a infecções. É uma cena minha…eu atraio!

Mas 12 anos de ligação com o Prof Eugénio Leite fazem com que confie nele cegamente, felizmente não no sentido lateral da palavra.

E ontem apanhei um gigante susto. Levanto-me para trabalhar alegremente as 7h. Estava a ver um pouco mal, meio embaciado. Esfreguei os olhos tiro as remelas. O cenário era estranho mas não liguei porque de vez em quando ainda me acontece no pós-operatório desta última cirurgia por adaptação.

Quando estou na casa de banho a maquilhar-me e já depois de ter posto base, pós, sombra nos olhos…vou para colocar o risco na linha de água e ao abrir o olho reparo que está a escorrer sangue do olho. Abro mais e gera-se o pânico. Estava com o olho cheio de sangue, cada vez mais.
Liguei logo para a emergência do Prof Eugênio Leite e de imediato expliquei o que tinha. Envio fotos. “Hospital já!” Lindo…

Avisar o pessoal no trabalho, afinal há um casamento que tem de ser feito comigo lá ou não.

Depois de tudo resolvido o diagnóstico foi uma hemorragia subconjuntival mas depois veio a duvida se poderia estar associado a uma trombose hemorrágica no olho. Iremos saber conforme reagir ao tratamento.

Durante umas semaninhas vou andar com um olho à banda.

O meu lindo olhinho…

PS: a foto está muito mais bonito do que na realidade…tentei tirar no melhor ângulo para não impressionar tanto.

Regras de Recrutamento

Sem querer transformar este blog num espaço de auto ajuda, gostaria de partilhar convosco algo que aprendi nos últimos meses e que mudou radicalmente a minha vida.

Durante muitos anos eu tinha que ter sempre alguém. Tinha que ter namorado. Não podia nem conseguia estar sozinha. Isso leva obviamente a um rol de histórias mal sucedidas.

O motivo era bem simples, mais simples do que possam imaginar. Eu tinha simplesmente medo de ficar sozinha. Cheguei a ter dias em que tinha crises de ansiedade por regressar a casa e por estar lá sozinha.

Foi necessário um processo de adaptação que não passou pela terapia. Tentei. Mas a terapia não resolveu o meu problema. Conheci o Dr. Adelino Cunha e a sua empresa I Have The Power e através de coaching e cursos de desenvolvimento pessoal consegui resolver esta questão.

E sei que como eu há por aí muito mais pessoas. Não quero tratar ninguém. Quem precisar de ajuda vá bater à porta ao lado (http://ihavethepower.net/).

Mas, quero deixar aqui uma dica pessoal que me ajudou imenso neste processo.

Quando estamos a recrutar alguém para trabalhar connosco (se não forem empresários pensem no limite na empregada de limpeza para este exemplo) temos uma série de requisitos. Dos mais variados. E sem gerar qualquer julgamento são os requisitos que pretendemos ver cumpridos.

Analisamos um CV. Fazemos uma entrevista ou duas. E tomamos uma decisão. Contratamos a pessoa. Hoje não há empregos para a vida, mas vamos assumir que é para ficar por muitos anos e quem sabe para sempre.

Depois vamos fazendo avaliações de desempenho.

E a vida vai seguindo…

O que notei em mim, e posteriormente em muitas outras pessoas, é que há por aí muitos problemas de recrutamento (Dr Adelino desculpe mas esta deixa tive mesmo que roubar porque é maravilhosa).

Se não aceitamos qualquer pessoa para entrar na nossa casa, fazer limpeza no nosso espaço, mexer nas nossas coisas, porque motivo aceitamos qualquer um para dividir o oxigénio do quarto à noite?

E com base nisso escrevi numa simples folha A4 os meus requisitos mínimos.

Alto (min. 1,85), sorridente, simpático, divertido, more sozinho, tenha carro próprio, trabalhe em algo estável e equivalente ao meu trabalho e nível salarial, com formação superior, etc…

São os meus requisitos. Podem ser para vocês os mais ridículos, absurdos, o que lhes quiserem chamar. Mas são os meus. A mim não me incomoda alguém que fume mas sei que há pessoas a quem incomoda. Então a regra é simples: colocar no papel TODOS os requisitos por mais absurdos que sejam.

E a vida vai seguindo…

Sempre que me cruzo com alguém ou sempre que alguém se cruza comigo há uma avaliação. Vão concordar comigo que antes de haver amor ou paixão há uma analise racional pura e dura. Então não digam sequer que isto é um método muito frio de análise porque não o é.

Cumpre os requisitos: muito bem, fase seguinte! Entrevista.

Não cumpre: amigos na mesma, muito gosto em conhecer, mas não obrigada!

E a vida vai seguindo…

Posso dizer que sempre que baixei a guarda e pensei “é só um requisito que não cumpre vou deixar passar!” deu asneira. O meu inconsciente já estava a prever que não ia correr bem mas eu insisti conscientemente no erro.

E a vida vai andando…

E um dia tropeças na pessoa que cumpre todos os requisitos e veio para ficar. Ou pelo menos, assim eu espero 🙂

Last year

O último ano foi de mudanças. Houve um divórcio. E com isso houve obviamente mudanças.

Está quase a fazer 2 anos que voltei do Brasil. Foi aí que a grande mudança começou. O voltar a casa. O reencontrar dos amigos. O estar mais próxima da família. O viver sozinha.

É engraçado que num perfil de facebook dá claramente para perceber quando alguém se divorciou. É padrão. Começa tudo a sair à noite, a viajar, é jantaradas com os amigos. É a vida louca! Comigo não foi excepção. Afinal de contas há que recuperar o tempo perdido. Mas acima de tudo há que encontrar momentos de puro prazer (não sejam mentes perversas) porque para momentos pesados já chega o processo de divorcio em si.

Ao mesmo tempo mudei de atividade. Sai da área do turismo e fui para o imobiliário. Gosto de sair da zona de conforto. É aqui que a vida é mais divertida!

Mudei a cor de cabelo. Agora sou mais loira 🙂

Mudei de carro. Agora tenho um carro desportivo que sempre quis ter.

Só não mudei de casa. Mas dei-lhe uma volta bem grande.

E assim se escrevem novas páginas. Páginas que se querem mais leves. Mais divertidas. Mais positivas.

Ainda tenho uma pedra no sapato. Burocrática é certo. Mas estou confiante que se irá resolver.

E a vida vai correndo. O mundo vai girando. Os dias vão passando. E de repente passou 1 ano. 2 anos…

E estou bem. Estou feliz. Para chegar aqui foi um processo duro. Envolveu muito coaching, muitos cursos de desenvolvimento pessoal. Afinal de contas havia muito caco quebrado que era preciso colar para erguer de novo a estátua.

Mas não me arrependi um só segundo…

A separação

Boa tarde!

Durante muito tempo abandonei este blog. Por completo. Porque não havia vontade. Esta foi a razão principal. Não havia vontade de escrever.

Não havia dietas. Só havia treinos. Esses sempre estiveram presentes na minha vida e vão continuar a estar.

Mas a verdade por detrás do blog era muito mais dura. Como sempre. A história por detrás de um computador, de um monitor, de um ecrã, é sempre diferente. E neste caso foi muito diferente.

Não vou contar detalhes. Não o faço por respeito à outra pessoa. Mas agora que passaram 10 meses desde a decisão e 8 meses desde que foi oficializado achei por bem falar sobre o assunto.

Foi um casamento que como tantos outros chegou ao fim. Houve um desalinhamento de valores e objectivos de vida, maioritariamente meus, que ditaram o fim de um casamento de 5 anos e uma história de quase 7.

Estou bem. Sim, estou bem. Esta foi inclusive a frase que mais disse ao longo destes meses todos. Por algum motivo, muito provavelmente por ser mulher, senti de todos ao meu redor que como elo mais fraco estaria mal.

A decisão foi minha. A escolha foi minha. O fim desta história foi responsabilidade minha.

Não houve uma terceira pessoa. Nunca foi isso parte da equação. Havia apenas e só alguém que queria muito determinadas coisas para a sua vida e sentiu que estar com quem estava seria como ter uma bola de ferro presa no pé que não me deixava seguir em frente.

Houve sim ausência de sentimento. E se há coisa que neste processo ainda não entendi a 100% é como foi possível um dia acordar e pensar que estava melhor sozinha e que não havia qualquer sentimento que suportasse mais aquela relação.

Talvez a melhor descrição possível seja até demasiado redutora: “O amor é como um rolo de papel higiénico. A cada cagada vai chegando mais perto do fim até que acaba.”

E houve cagadas graves ou dramáticas ou problemáticas? Não. Houve cagadas (de parte a parte a bem da verdade) que ditaram o fim.

E os últimos 10 meses foram de total adaptação. E tanta coisa aconteceu…